Nem “cringe” nem Geração Z, o futuro pertence à Geração C

“Cringe” que, na verdade, significa a nossa boa e velha “vergonha alheia” foi a palavra do momento nas redes sociais.Foi a partir do post da influenciadora Tchulim que as conversas começaram a pipocar.
O que evidenciava as conversas era um conflito de gerações: aparentemente, para pessoas da Geração Z, hábitos típicos da Geração Millenium, ou seja, pessoas nascidas entre 1981 e 1996, como pagar boleto, ser fã do seriado “Friends” e gostar de cerveja litrão seriam “coisas de velho”.Vale lembrar que a Geração Z, relacionada a pessoas que nasceram entre o fim da década de 1990 e 2010, é a primeira que nasceu em um ambiente digital.Outros termos considerados cringe, como usar hashtags, vestir calça skinny ou ouvir Raça Negra foram também citados na última semana:  
O tema virou assunto para tweets, memes, looks canceladosdicionário de gírias, pauta para humor (claro!), com destaque para a declaração do Esse Menino sobre a lista que rodou nas redes com hábitos cringe.Até o portal (isento de verdade) Sensacionalista se pronunciou afirmando que a expressão cringe já causa mais brigas domésticas do que a política e que o colunista de um jornal foi demitido por não falar sobre cringe e a atitude dele, em não falar sobre o assunto, foi considerada cringe. 😄 
Chega de conflitos: a Geração do futuro é a C, pautada por propósitos e valores E o que fica claro é o quanto a cultura (e neste caso, a brasileira) debate sobre a questão etária. E, mais relevante é destacar àquelas conectadas por valores e propósitos, como a Geração C.O estudo Gen C: Nova Sensatez Virtual é um levantamento inédito, realizado pela FleishmanHillard, que explora uma nova mudança cultural e comportamental.Esta geração é conectada por 4 Cs: Conexão, Curadoria, Criatividade e Comunidade.É sobre valores, comportamentos, crescimento pessoal, descoberta e inclusão.Consumir conteúdo é metade da jornada para a Geração C.Seja conversando fisicamente ou compartilhando digitalmente, eles querem espalhar o que consideram “digno de compartilhamento” para sua comunidade.Não é apenas o que você cria, mas como, onde e com quem você compartilha.A Gen C busca conexões autênticas e se envolve em todas as telas e mídias, o que significa que não há um método único e à prova de falhas para alcançá-los.Esta geração sem idade busca a cultura como um valor compartilhado e é catalisada por se conectar com outras pessoas que não são como eles.E as oportunidades que ficam para as marcas?As marcas precisam pensar estrategicamente sobre como criar impressões que podem se tornar associações positivas. De acordo com o levantamento:__62% consideram como uma empresa se comporta ao responder a questões de desigualdade de raça ou gênero antes de comprar produtos.__32% avaliam como importante o CEO tomar uma posição sobre as questões relacionadas à desigualdade racial.Não é apenas como você cuida de seus clientes, é de dentro para fora: como você trata seus funcionários e se posiciona efetivamente como uma organização.:: Para ler outros dados deste estudo baixe a pesquisa na íntegra. ::

Fonte: https://app.rdstation.email/mail/23fc5553-47c5-43c2-af9a-88e9610af0cf

Edição e curadoria: Suzana Wester e Isabel Geo / Arte: Elias Moreira

FH Insights é um produto da área Insights & Innovation da FleishmanHillard. Tem interesse em adquirir um produto personalizado para o seu negócio? Entre em contato conosco: inovacao@fleishman.com.br


Publicado por luizguilhermeguedes

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